JESUS O MEU VIVER
JESUS GLORIAS SOMENTE A ELE
16/02/12
19/01/12
17/01/12
16/01/12
15/12/11
Muro Inabalável
Muro Inabalável
Thomas Jackson (1824-1863) era um dos Generais mais renomados dos
Estados Confederados do Sul, durante a Guerra civil Americana.
Nas batalhas em que esteve comandando, Jackson e seus homens
formavam uma intransponível linha de defesa e guardavam sua posição
contra opressores ocasionais.
Um outro general confederado fez a seguinte observação sobre Jackson:
"Lá está Jackson como um muro de pedra." Daquele dia em diante ele ficou
conhecido como "Muro de Pedra Jackson."
Da mesma forma nós, como filhos de Deus, quando nos vemos diante de
adversidades, recebemos o poder do nosso Pai celestial para permanecer
inabaláveis como muros e não sermos superados.
Ele nos prometeu: "Eu te porei... como forte muro de bronze; eles pelejarão
contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo para te
salvar, para te livrar, diz o Senhor" (Jeremias 15:20.
Somos muitas vezes surpreendidos por lutas que confrontam nossa paz e
nosso equilíbrio.
Elas vêm testar nossa fé e quanto estamos firmes e confiantes no Senhor.
E qual tem sido a nossa reação diante dessas batalhas?
Continuamos firmes, na certeza de que o nosso Deus está ao nosso lado
para nos guardar e guiar ou trememos na base como se nossa vida
espiritual estivesse firmada em bancos de areia?
O Senhor tem prometido estar conosco todos os dias e precisamos crer que
nos livrará de todas as intempéries dando-nos vitória contra todas elas.
Quando o inimigo opressor se levantar contra nós com o propósito de tirar
nossa tranquilidade, na força do Senhor nos levantaremos um muro
inabalável e intransponível, e o nosso testemunho glorificará o nome de
Jesus.
"Lança o teu fardo sobre o Senhor, e ele te susterá; nunca permitirá que o
justo seja abalado" (Salmos 55:22).
Fique firme... a vitória logo virá!
Que Deus lhe abençoe !
Thomas Jackson (1824-1863) era um dos Generais mais renomados dos
Estados Confederados do Sul, durante a Guerra civil Americana.
Nas batalhas em que esteve comandando, Jackson e seus homens
formavam uma intransponível linha de defesa e guardavam sua posição
contra opressores ocasionais.
Um outro general confederado fez a seguinte observação sobre Jackson:
"Lá está Jackson como um muro de pedra." Daquele dia em diante ele ficou
conhecido como "Muro de Pedra Jackson."
Da mesma forma nós, como filhos de Deus, quando nos vemos diante de
adversidades, recebemos o poder do nosso Pai celestial para permanecer
inabaláveis como muros e não sermos superados.
Ele nos prometeu: "Eu te porei... como forte muro de bronze; eles pelejarão
contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo para te
salvar, para te livrar, diz o Senhor" (Jeremias 15:20.
Somos muitas vezes surpreendidos por lutas que confrontam nossa paz e
nosso equilíbrio.
Elas vêm testar nossa fé e quanto estamos firmes e confiantes no Senhor.
E qual tem sido a nossa reação diante dessas batalhas?
Continuamos firmes, na certeza de que o nosso Deus está ao nosso lado
para nos guardar e guiar ou trememos na base como se nossa vida
espiritual estivesse firmada em bancos de areia?
O Senhor tem prometido estar conosco todos os dias e precisamos crer que
nos livrará de todas as intempéries dando-nos vitória contra todas elas.
Quando o inimigo opressor se levantar contra nós com o propósito de tirar
nossa tranquilidade, na força do Senhor nos levantaremos um muro
inabalável e intransponível, e o nosso testemunho glorificará o nome de
Jesus.
"Lança o teu fardo sobre o Senhor, e ele te susterá; nunca permitirá que o
justo seja abalado" (Salmos 55:22).
Fique firme... a vitória logo virá!
Que Deus lhe abençoe !
14/12/11
O CRENTE E O DISCÍPULO
O CRENTE E O DISCÍPULO
O crente espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.
O crente luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.
O crente depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.
O crente entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
O crente precisa ser estimulado; o discípulo estimula os outros.
O crente reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.
O crente exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
O crente se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
O crente vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
Os crentes esperam milagres; os discípulos os fazem.
O crente espera um avivamento; O discípulo é parte dele.
Ao crente se promete uma almofada; ao discípulo se entrega uma cruz.
O crente responde: talvez...; o discípulo responde: eis-me aqui!
10/12/11
08/12/11
A Porta
Um homem havia pintado um lindo quadro, no dia de apresenta-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo. Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor tinha fama de grande artista. Chegado o momento, tirou-se o pano que cobria o quadro. Houve caloroso aplauso.
Era uma impressionante figura de Jesus batendo à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com sua mão de dedos longos batia suavemente e com os ouvidos juntos à porta, parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte.
Um observador curioso, porém, achou uma falha no quadro: a porta não tinha fechadura. E foi perguntar ao artista:
- Sua porta não tem fechadura! - Como se faz para abri-la?
É assim mesmo, respondeu o pintor; esta é a porta do coração humano, só se abre do lado de dentro.
(Apocalipse 3:20)
04/12/11
A Lição do Fogo
Aprendendo a enxergar...
Um membro de um determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar de suas atividades.
Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visita-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor. Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.
O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.
Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.
Aos poucos a chama da brasa solitário diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo.
Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Deus te abençoe!
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